quinta-feira, 5 de junho de 2014

Sobre as pautas midiáticas e políticas e a Inspiração.

Percebo que hoje na mídia há uma grande fluência de notícias, e dentre elas, poucas são críticas, ou se críticas, poucas transformadoras ou reformistas, no sentido de notícias-proposta, e, como cidadão, senti falta de representação nesta notícia visto a inspiração que tive.

Tim Berners Lee, este é o nome do cara que inventou a internet, ele nasceu em 1955, e inventou a internet em 1990. Não vou discorrer sobre a vida dele ou fazer uma análise, por pura preguiça pois acho que seria muito útil para validar meu argumento, mas eu gostaria de compartilhar-vos, que ideias malucas, sejam contemporâneas, ou sejam sobre a invenção de um futuro, mudariam a nossa realidade, e que tipo de ambiente Lee conviveu para poder criar a internet.

Não estou sendo claro. O que quero dizer é. Em 1990, surge a internet para o público e este começa a usar, tão logo, a se especializar nela, o mundo, é infinitamente, um universo de possibilidades que se expandiu até hoje, e, com isto, temos hoje o Partido Pirata, e o Partido da Internet, que estão começando a ganhar voz mundialmente para reinvidicar direitos advindos desta internet no contexto da internet.

Acho que estou sendo redundante, pois a minha argumentação é puramente simples, se tão logo, as coisas possuem simbologia, essência, essa essência vinda da Internet e complementando a inteligência política de nosso consciente ou inconsciente coletivo, nos fez advir do compartilhamento de arquivos e publicidade dos fóruns públicos. Também a filosofia hacker, conhecida por "cortar grosseiramente", ou aqui no Brasil, gambiarra, a capacidade de fazer gambiarra em escala mundial é uma inventividade, e aqui, eis,

Isso tudo para falar que a inspiração simples de se estudar as invenções mundiais, e que tipo de filosofia, simbologia, essa mesma significa. O Catarse e o Kickstarter, por ser uma plataforma colaborativa, pode nos dar um relance de como será a Economia daqui a um tempo, o Rift, que teve o berço isto e o Open Source.

Estamos fazendo progresso na inteligência artificial, e o cyborguismo, onde pessoas já projetam mãos para os seus filhos com impressoras 3D (inserir link da notícia), ao mesmo tempo que já criamos vida biológica "artificial", como a Dolly. Sinto que é de nosso dever, discutir os direitos das máquinas e dos clones, desde já, antes que se complique a situação. ( Alguns dirão, mas já está complicada, e eu direi, vish! )

Minha argumentação e estilística jornalista eu vou te contar, me desculpe.
Mas estou empolgado demais com isto e quis falar do modo que saiu.
Acho que pelo pouco costume de falar opiniões, assim como a escrita é tão logo uma fala, me afoito e afobo para ir ao ponto e depois nem quero defendê-lo, e fujo para as Colinas.

Para as Colinas!

Pós post: E sim, vejo a necessidade de amigos e parceiros para esta empreitada de imaginar o futuro e confeccionar notícias e estas mesmas análises, se possível. Qualquer interesse e devaneio, mandar e-mail para luizcabralmelo@gmail.com ou por favor se manifestar aqui nos comentários caso não queira mandar e-mail, visto que enfim, somos Livres.

Oi, apresentação e Língua.

Provavelmente vocês me conhecem, para estar lendo essas palavras, e bom, isto já carece de apresentações visto que não mudei muito desde que todos aqueles que me conheceram na vida me conheceram, haha, pois visto que os caminhos da vida são retinhos e retinhos. Presumo que não mudei, mas mudei sim.

Este é um resuminho de ânsia de querer falar de volta sobre as políticas públicas mundiais e sobre o que deveria ser feito, justamente, pra deixar dar vasão aos meus sentimentos, quereres, e deveres, é que posso compartilhar. Com isto não intuito coisa alguma, tão logo, para quem lê, isto é só um convite, e embora seja uma opinião e bem, uma participação claramente política, é tão logo apenas, o meu relato humano, enquanto vivência e enquanto me esforçando para entender estas coisas todas que é a vida e a política e a economia e a ... tantas coisas.

Pois bem, hoje é dia 05/06/2014, e começo o meu caminho, que na verdade, é um dos pontos de saída do qual caminhamos todos os dias, e que assim como todos os dias, são irreversíveis no passado, mas completamente mutáveis, pois não há coisa viva no mundo que não possa ser mudada, então tão logo, revogo os meus direitos de tirar as minhas palavras e fugir para a minha caverna ou para a minha cabana.

Eis que reclamo o direito de deixar fluir e deixar ser as ânsias que ficam incumbadas, serei sucinto aqui nos meus escritos e tentarei ser objetivo, visto que bem, é uma audiência enorme que me vê. Na verdade, isso é só vontade de dever, porque na verdade eu vou é viajar na manteiga das aventuras da vida e da política.

Então vamo lá, Engajamento Cívico.

Na verdade, eu temo o reconhecimento. Mesmo mesmo. Às vezes acho que pelas coisas serem reconhecidas, elas gostariam de se fazerem ser repetidas, e por ter de ser repetidas, tão logo elas engedram, e assim ficam, eu poderia até falar que essa é uma boa analogia para o passado, e acho que foi. Pois o passado é imutável, pelo menos, por enquanto, ou ainda não tivemos notícia mundialmente conhecida para afirmar que sim, nós alteramos o passado, e ainda que o nosso passado psicológico também possa ser mutado, e recriado para dar forma ao que melhor nos convir, de acordo com o tempo, também acho que reside, no centro e no âmbito natural das coisas, de que há uma essência indistinguível da história da vida do que se presenciou, tão logo, se eu falo,

Eu torno a carregar as palavras, palavras criadas com conceitos, mas que depois viraram preconceitos e pós conceitos, e assim se tornarão ao viés do tempo, até hoje, acho uma jogada muito boa, trocar lepra por hanseníase, e, dá vontade até de apagar o termo lepra deste post, pois, há uma ojeriza estranha que se engedrou no corpo pela história que conheço da lepra sem conhecer, mas, quando eu ouço hanseníase, me vem uma coisa de que, epa, isto foi dominado pelo homem, e não é mais perigoso ou contagiante, acho muito estranho essas coisas de como a história nos afeta através da conversa mais simples, da simbologia que vivemos sem nem mesmo saber.

Ao mesmo tempo, sinto vontade de apagar a palavra lepra, mas não quero, pois acho que seria injusto com a história do mundo, mas da mesma forma, acho que o tempo e o futuro, e as pessoas do futuro se encarregarão de mudar as palavras com as quais se fala sobre, e talvez assim, amansar os efeitos disso naqueles nós do passado, e nós do presente, pois, assim como os que sofreram da Peste, tornam a reconquistar o direito de serem reconhecidos como seres do nosso mundo, e não por aqueles que dentro dele vivem.

É preciso assim, abrir mão das noções que temos, pois assim podemos ver melhor, iremos ter para sermos aptos a compreender e viver a real do humana advinda das situações. As coisas que nos são familiares por fazerem parte de nossas vidas alteram a nossa visão naturalmente, assim, basta empatia e simpatia por viver e ver de outra forma. Tenho fé de que se todo o sofrimento fosse divulgado, trabalharíamos mais para que ele não fosse tão obrigatoriamente sofrido para nós, que até por onde não se sabe, não escolhemos onde nascer e nem as condições, e se escolhemos, para que assim possamos crescer e trabalhar para ver e viver o que queríamos e desejávamos.